Incêndio ativo em Oliveira do Hospital
In Cantinho do Bombeiro

O IPMA colocou ainda em perigo muito elevado e elevado cerca de 140 concelhos
Cerca de 50 municípios do interior Norte e Centro e um concelho do distrito de Faro estão esta sexta-feira em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro.
O IPMA colocou ainda em perigo muito elevado e elevado cerca de 140 concelhos dos distritos Viana do Castelo, Porto, Braga, Vila Real, Porto, Aveiro, Viseu, Coimbra, Guarda, Castelo Branco, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Évora, Beja e Faro.
O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.
Para esta sexta-feira, está previsto uma pequena descida da temperatura mínima, em especial no interior, num dia em que apenas está ativo, até ao final da tarde de sábado, o aviso amarelo para os distritos de Bragança e Guarda, por causa da persistência de valores elevados da temperatura máxima.
As temperaturas mínimas vão variar entre os 14º (Évora, Beja e Sines) e os 17º (Braga, Viana do Castelo, Aveiro, Bragança, Lisboa, Évora e Faro) e as máximas entre os 22º (Viana do Castelo e Porto) e os 35º (Bragança, Castelo Branco e Évora).
In CNN Noticias
Doze pessoas morreram num incêndio florestal que deflagrou na noite de quinta-feira, perto de Almería, na comunidade autónoma da Andaluzia, no sul da Espanha, informaram hoje as autoridades regionais.
tragédia representa "o incêndio mais devastador até à data" na região, segundo os serviços de emergência da Andaluzia (112). O conselheiro de Saúde, Presidência e Emergências, Antonio Sanz, descreveu a situação como uma "tragédia sem precedentes", lamentando estas doze vítimas.A delegada do governo regional da província, Patricia Navarro, afirmou também esta noite que 1.000 pessoas foram retiradas por precaução devido ao incêndio florestal que deflagrou na tarde de quinta-feira em Benahavís (Málaga).
O incêndio continua ativo, com cerca de 180 bombeiros envolvidos no combate.
O perímetro do incêndio está mais de 60% dominado, de acordo com o Serviço Andaluz de Combate a Incêndios Florestais (Infoca).
Após o anoitecer, os recursos aéreos, que chegavam a treze na tarde de quinta-feira, foram retirados.
In Última Hora
Mais de 130 operacionais combatem um incêndio que deflagrou pouco depois das 13:00 numa zona de povoamento misto, de eucaliptal e pasto, em Canha, no concelho do Montijo, informou a Proteção Civil.
Segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal, o alerta foi dado às 13:19, tendo sido mobilizados para o local 131 operacionais de diversas corporações de bombeiros do distrito de Setúbal, apoiados por 40 veículos e quatro meios aéreos.
A Proteção Civil não avança para já com qualquer previsão sobre a evolução do incêndio, mas as elevadas temperaturas que se fazem sentir na região, acima dos 40 graus, estão a dificultar o combate às chamas.
In Lusa
O incêndio rural que deflagrou na madrugada desta quinta-feira, dia 2 de julho, na zona de Tourelhe, na freguesia de Cambra e Carvalhal de Vermilhas, no concelho de Vouzela, continua a mobilizar um forte dispositivo de combate, tendo sido reforçados os meios no terreno ao longo da manhã.
O alerta foi dado às 3h04 e as chamas continuam a consumir uma área de mato, pinhal e eucaliptal. As condições meteorológicas, marcadas pelo vento forte, continuam a dificultar o trabalho dos operacionais.Segundo a atualização mais recente, estão empenhados no combate às chamas 292 operacionais, apoiados por 85 veículos terrestres e 6 meios aéreos, numa operação que procura travar a progressão do incêndio.
Devido à evolução do fogo, alguns moradores foram obrigados a abandonar as suas habitações por precaução, não havendo, para já, informação sobre feridos ou casas destruídas.
As operações de combate prosseguem no local, com as autoridades a acompanhar a evolução da situação.
In Mais Beiras
O Governo declarou situação de alerta em todo o território continental entre as 00h00 de sexta-feira, 3 de julho, e as 23h59 de segunda-feira, 6 de julho, na sequência das previsões meteorológicas que apontam para um agravamento significativo do risco de incêndios rurais.
Segundo o comunicado, a medida resulta da elevação do estado de alerta especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) e das previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que apontam para perigo elevado de incêndio em grande parte do continente.
Durante o período de alerta ficam proibidos o acesso, circulação e permanência em áreas florestais previamente definidas nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, bem como em caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem.
Também ficam interditas as queimadas e queimas de sobrantes, a realização de trabalhos em espaços florestais com recurso a maquinaria, o uso de determinados equipamentos nos restantes espaços rurais, a utilização de fogo de artifício e de outros artefactos pirotécnicos e o lançamento de balões com mecha acesa. As autorizações já emitidas para estas atividades ficam suspensas.
O comunicado prevê, contudo, exceções para algumas atividades consideradas essenciais, como trabalhos agrícolas em determinadas condições, a extração manual de cortiça e de mel, obras de construção civil inadiáveis e operações de colheita agrícola e exploração florestal realizadas em horários específicos e com medidas de mitigação do risco.
A declaração de alerta determina ainda o reforço da prontidão operacional da GNR e da PSP, incluindo o aumento das ações de vigilância e fiscalização, podendo ser interrompidas férias e suspensas folgas dos efetivos. Está igualmente previsto o reforço da mobilização de equipas de emergência médica, saúde pública e apoio social, bem como das equipas de sapadores florestais, agentes florestais e vigilantes da natureza.
As Forças Armadas disponibilizarão meios aéreos para apoio ao combate aos incêndios, sempre que necessário e em função da disponibilidade existente, enquanto a GNR recorrerá também a vigilância aérea nos distritos abrangidos pelo estado de alerta especial.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil emitirá avisos à população sobre o perigo de incêndio rural ao longo do período em que vigorar a situação de alerta.
In 24 Noticias
O alerta foi dado 15:39 de quarta-feira e esta ocorrência chegou a mobilizar 10 meios aéreos durante a tarde.

O incêndio que deflagrou na tarde de quarta-feira no concelho de Alfândega da Fé entrou em resolução às 05:40, mantendo-se no terreno 162 operacionais, disse esta quinta-feira fonte da Proteção Civil.
O fogo “já está a ceder aos meios”, indicou à Lusa o Comando Sub-regional das Terras de Trás-os-Montes, notando que, por volta das 06:30 se mantinham no terreno 162 operacionais auxiliados por 54 viaturas.
O incêndio, que consome mato, mantém-se com duas frentes ativas "mas com pouca intensidade", notou.
O alerta foi dado 15:39 de quarta-feira e esta ocorrência chegou a mobilizar 10 meios aéreos durante a tarde.
A Estrada Municipal 611 entre Cardanha, no concelho de Torre de Moncorvo, e Gouveia, no concelho de Alfândega da Fé, mantém-se cortada ao trânsito, disse à Lusa fonte da GNR de Bragança.
In Lusa
O IPMA colocou ainda em risco muito elevado e elevado todo o restante território de Portugal continental.
Todo o interior Norte e Centro do país está esta quinta-feira em perigo máximo de incêndio, que atinge igualmente alguns concelhos dos distritos de Faro, Évora e Leiria, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O IPMA colocou ainda em risco muito elevado e elevado todo o restante território de Portugal continental, à exceção de seis concelhos do litoral nos distritos de Braga (Esposende), Aveiro (Ílhavo, Aveiro e Murtosa), Leiria (Peniche) e Lisboa (Lourinhã), isto numa altura em que o país enfrenta uma nova onda de calor.
O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.
No início da semana, o IPMA alertou para o aproximar de "um longo período com tempo quente e seco", com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de hoje e que se estenderá a outras regiões do país ao longo da semana.
Na quarta-feira, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural "muito elevado a máximo" em todo o território nos próximos dias devido à previsão de tempo quente, recomendando à população medidas preventivas.
Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas para os próximos dias tem como "efeitos expectáveis" o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, na generalidade do território continental.
Como consequência, a ANEPC elevou o Estado de Prontidão Especial para o nível III, tendo em conta o previsível "agravamento muito significativo" do perigo de incêndios rurais nos próximos dias.
O EPE de nível III da Proteção Civil é um nível intermédio/alto de alerta, que determina o reforço de meios e a prontidão reforçada das equipas de socorro e operacionais para intervenção iminente ou resposta a situações de catástrofe, numa escala com quatro níveis progressivos.
Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimadas extensivas, usar fogo para cozinhar alimentos em todo o espaço rural, exceto em locais autorizados, queima de amontoados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores e fumigar ou desinfestar apiários sem dispositivos de retenção de faúlhas.
Para proteger a saúde do calor, a Proteção Civil recomenda especial atenção com os doentes crónicos, crianças e idosos.
No mesmo sentido, aponta a importância de se beber mais água, pelo menos 1,5 litros (o equivalente a oito copos), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas e optar por refeições leves.
Também por causa da persistência das temperaturas elevadas, o IPMA elevou a partir de sexta-feira a 12 distritos o aviso vermelho (o mais grave).
Hoje estão sob aviso vermelho os distritos de Beja, Évora, Portalegre, Setúbal e Lisboa, estendendo-se na sexta-feira a Leiria, Coimbra, Aveiro, Braga e Viana do Castelo.
In Sic Noticias
A Proteção Civil desafia hoje a população portuguesa a realizar um exercício público de sensibilização para o risco sísmico, uma ação que dura um minuto e compreende a realização de três gestos: baixar, proteger e aguardar.
O exercício, denominado "A Terra Treme", vai acontecer às 11.05 horas de hoje, é organizado anualmente pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em colaboração com diversas entidades públicas e privadas, e visa capacitar a população a saber como agir e caso de sismo.
A ANEPC pretende com esta iniciativa dar a conhecer à população o que "fazer antes, durante e depois de um sismo, nomeadamente conhecer as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar".
Segundo a Proteção Civil, o exercício compreende "a realização de três gestos simples que podem fazer a diferença a quem os praticar perante a ocorrência de um sismo".
A ANEPC indica que a ação se desenrola durante um minuto, no qual os participantes, a título individual ou coletivo (famílias, escolas, empresas, instituições públicas, privadas ou associativas), são convidados a executar os três gestos de autoproteção: baixar, proteger e aguardar.
O exercício, que acontece este ano pela 13.ª vez, acontece sempre a 5 de novembro, que coincide com o Dia Mundial de Sensibilização para os Tsunamis, e quatro dias depois do aniversário do grande terramoto de 1755, que este ano assinala 270 anos.
Em todo o país, os Comandos Regionais e Sub-regionais de Emergência e Proteção Civil da ANEPC, em parceria com comunidades educativas, serviços municipais de proteção civil, corpos de bombeiros e outros agentes de proteção civil, vão desenvolver ações de sensibilização sobre o risco sísmico.
O evento principal desta 13.ª edição volta a realizar-se junto de uma escola, designadamente no Agrupamento de Escolas Professor Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, onde estará o presidente da ANEPC, José Manuel Moura.
In Jornal de Noticias
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou 150 ocorrências entre as 00:00 e as 07:00 de hoje relacionadas com a chuva e vento fortes, disse à Lusa Rui Oliveira.
De acordo com Rui Oliveira da ANEPC, das 150 ocorrências, 91 foram inundações, 42 corresponderam a quedas de árvore e as restantes quedas de estruturas e pequenos deslizamentos de terras, sobretudo na sub-região de Lisboa.
Portugal continental está a ser afetado por uma superfície frontal fria de atividade moderada a forte, provocando chuva, trovoadas e vento, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
“Na sub-região de Lisboa foram registadas 65 ocorrências, em Setúbal 18 e no Oeste 12 e as restantes espalhadas por outras regiões do continente, mas nada de grave”, indicou.
O IPMA prevê para hoje chuva que será “por vezes forte e acompanhada de trovoada”, em especial durante a passagem da frente e até ao final da manhã, motivo pelo qual foi emitido aviso laranja para chuva e aviso amarelo para trovoada (que terminam às 09:00 e em alguns distritos às 12:00).
“Gradualmente, a partir da tarde, com o pós-frontal, espera-se que a chuva, já em regime de aguaceiros, continue a afetar todo o território, embora com maior intensidade e frequência no litoral das regiões norte e centro. Neste período, ainda continuam a existir condições para ocorrência de trovoada e os aguaceiros poderão ser de granizo, sobretudo nas regiões referidas”, indica o IPMA num comunicado.
O vento prevê-se que sopre “forte com rajadas” entre a tarde de hoje e o início da manhã de quinta-feira.
Durante a passagem da frente fria, as rajadas poderão atingir 80 quilómetros por hora no litoral e 110 quilómetros por hora nas terras altas das regiões norte e centro, estando em vigor aviso amarelo de vento para estas zonas.
O IPMA prevê ainda aumento da agitação marítima na costa ocidental, com ondas do quadrante oeste de quatro a cinco metros, podendo temporariamente atingirem entre os cinco a seis metros entre a noite de hoje e a madrugada de quinta-feira.
Foi emitido aviso laranja de agitação marítima para esse período.
In Executivedigest
Incêndio começou na manhã desta sexta-feira em Seixo da Beira, na localidade de Moinho do Buraco, e continua activo
Um incêndio florestal em Seixo da Beira, na localidade de Moinho do Buraco, no concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, está a mobilizar mais de 200 operacionais, 55 viaturas e nove meios aéreos.
A ocorrência teve início às 08h46 e, pelas 12h00, envolvia 190 operacionais, apoiados por 55 meios terrestres e nove aéreos, segundo informação disponível na página da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil.
De acordo com fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Protecção Civil de Coimbra, o fogo continua activo, não havendo registo de feridos nem de habitações em risco até às 10h45.
In Correio da Beira Serra
Redes de cidadãos convocam manifestações este sábado, 20 de Setembro de 2025, contra incêndios florestais e abandono do interior, com concentrações em Arganil, Oliveira do Hospital e outras localidades do país.
Populações de Arganil e Oliveira do Hospital vão juntar-se a cidadãos de outros treze concelhos do sul ao norte de Portugal em manifestações este sábado, 20 de Setembro de 2025, contra os incêndios florestais e contra a destruição e abandono do interior. A acção é convocada pela Rede Emergência Florestal/Floresta do Futuro e terá lugar também em Águeda e Aveiro (distrito de Aveiro), Coimbra, Lousã (Coimbra), São Pedro do Sul (Viseu), Sertã e Proença-a-Nova (Castelo Branco), Pedrógão Grande e Leiria (Leiria), Braga, Lisboa, Porto e Odemira (Beja).
Em comunicado enviado à agência Lusa, a organização afirma que as diversas localidades “unem-se para protestar contra a reiterada demissão do poder público em relação à floresta e aos incêndios florestais que há muito deixou de ser incompetência para não ser mais do que a prática reiterada de permitir a destruição e desertificação do país, começando no mundo rural”.
Segundo a Rede Emergência Florestal/Floresta do Futuro, “este ano ardeu mais de 3% do território nacional. Há menos de uma década, em 2017, ardeu 5% do território e, nos últimos 35 anos, metade do país já ardeu e várias áreas arderam duas ou três vezes nesse período”.
A organização considera que pode haver menos incêndios, mas que para isso “é essencial ter menos calor” e é urgente mudar a organização e a composição das paisagens e da floresta. O protesto, explica, organiza-se em torno de três eixos: a “deseucaliptização” do país, com perto de um milhão de hectares ocupados por uma espécie invasora que se expande a cada fogo; a descarbonização, vista como única forma de travar o aumento das temperaturas que agrava fogos e ondas de calor; e a democratização, rejeitando as opções industriais e de desenvolvimento impostas ao mundo rural.
Para Margarida Marques, porta-voz do movimento em Arganil, onde teve início o maior incêndio de sempre em Portugal, o protesto “traz a inultrapassável realidade dos nossos tempos: transformar a paisagem, planear a reocupação dos territórios abandonados e travar o aumento da temperatura”.
De acordo com o Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais, o ano de 2025 é já o terceiro pior de sempre em termos de área ardida até 31 de Agosto, com 7.046 fogos registados entre 1 de Janeiro e 31 de Agosto que consumiram 254 mil hectares. A análise preliminar do SGIFR indica ainda que 17% dos grandes incêndios começaram durante a noite.
A Rede Emergência Florestal/Floresta do Futuro foi criada em 2022, no rescaldo de uma caravana pela justiça climática que percorreu cerca de 400 quilómetros, entre a Figueira da Foz e Lisboa, passando por locais fortemente afectados por incêndios florestais.
In Correio da Beira Serra
IPMA coloca mais de 20 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Santarém, Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo de incêndio rural, mas perigo vai desagravar-se no sábado.
Mais de 20 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Santarém, Castelo Branco, Portalegre e Faro estão esta sexta-feira em perigo máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).O IPMA colocou também vários concelhos do interior norte e centro e Algarve em perigo muito elevado e elevado de incêndio rural.
Segundo o Instituto, o perigo de incêndio rural vai desagravar no sábado.
Este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.
O IPMA prevê para esta sexta-feira no continente períodos de céu muito nublado, apresentando-se pouco nublado ou limpo no Baixo Alentejo e Algarve, chuva fraca no litoral norte e centro, vento forte na faixa costeira da região sul e nas terras altas e pequena subida da temperatura máxima.
As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 9 graus Celsius (na Guarda) e os 18 (em Faro e Lisboa) e as máximas entre os 20 (em Viana do Castelo) e os 29 (em Évora e Faro).
In O Observador
Olhos fechados, é apenas agosto. Cheira a figos, as vespas zumbem, mas não se ouvem os pássaros. Está calor. À sombra da figueira verde-ilusão, no centro de Cabanões, tudo o mais que a vista alcança é um castanho-desilusão que alastra entre os 3500 hectares ardidos na serra da Lousã.