Força Aérea reforça vigilância aérea no combate aos incêndios rurais
A vigilância aérea da Força Aérea permite identificar focos de incêndio e comportamentos de risco em zonas críticas do país.
Face à escalada de incêndios que tem assolado o país, a Força Aérea Portuguesa intensificou o seu apoio às autoridades civis desde quarta-feira, 30 de julho. Em resposta direta ao aumento do número de ocorrências, foi empenhado um avião P-3C CUP+ para realizar missões de vigilância aérea, em articulação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e a GNR.
Durante as primeiras oito horas de missão, o P-3C identificou nove focos de incêndio nas regiões de Ermelo, Gandra e Santa Comba Dão, os quais foram de imediato comunicados às autoridades competentes para a rápida mobilização de meios de combate.
Estas missões de vigilância aérea têm como principal objetivo a monitorização das zonas mais suscetíveis a fogos rurais, permitindo a deteção precoce de ignições e das suas possíveis causas. Este esforço facilita a rápida atuação no terreno e contribui também para a identificação de comportamentos suspeitos ou deliberados, com reporte imediato à GNR e ANEPC.
Equipado com tecnologia de imagem noturna, sensores infravermelhos e capacidade de seguimento de alvos, o P-3C CUP+ é uma aeronave multimotor com autonomia para voar durante mais de 13 horas consecutivas, tanto de dia como de noite. A sua utilização representa um reforço significativo na vigilância aérea nacional e constitui um elemento dissuasor importante face a comportamentos de risco.
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